“Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.”

“Se as pessoas fossem chuva, eu era garoa e ela, um furacão.”

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Quem aí já leu “Quem é você, Alasca?” do John Green?
John Green é o autor de “A culpa é das estrelas”; e “Quem é você, Alasca?” é o seu primeiro romance. Eu contei lá no blog, numa espécie de resenha, o que achei do livro e de seus personagens.
 
Pra acessar, clica aqui: http://www.suajulietacapuleto.com.br/
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Conto de fadas

Conto de fadas

O meu super-heroí preferido sempre foi o Wolverine, metido a durão, sem demonstrar os sentimentos. Mas na verdade, o heroí que eu sonhava pra mim não precisava nem ser tão super assim… Já nos contos de fadas o meu preferido era, e continua sendo, A Bela e a Fera, ao meu ver a Bela além de corajosa, tornou-se uma princesa com pureza e simplicidade. As princesas deveriam sempre ser assim, as pessoas deveriam se apaixonar pela beleza que há dentro da fera. Por isso admirava dos príncipes aos simples camponeses que se transformavam em cavalheiros ao lutar pela sua amada dama, só que eu sabia que comigo isso seria difícil de acontecer. Eu não era uma princesa, passa longe de ser! Tinha a concepção que princesas só nasciam em berço de ouro, com a vida aprendi que estava erradíssima! Read more
Post Informativo

Post Informativo


Oi gente, o post de hoje será diferente! Trago informações especiais para vocês:

 1° – Para quem é do Recife, ou mora próximo, amanhã das 9h às 16h terá um evento de Adoção de cães e gatos no Cordeiro. Então, se você ama tanto animal quanto eu aconselho que vá e adote o seu vira-lata. Receba e dê amor ao seu animal! E lembre-se: Não compre, adote!
Para mais informações:  http://www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2012/12/13/interna_vidaurbana,412970/parque-do-cordeiro-recebe-evento-de-adocao-de-caes-e-gatos.shtml

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Que seja eterno enquanto dure.

Que seja eterno enquanto dure.

É que eu o amo nos seus piores e melhores dias, quando é um idiota de tão ignorante e quando perde a razão depois de um sorriso meu. Eu o amo quando finjo não sentir nada e quando não entendo que tipo de sentimento é esse que nos deixa tão envolvidos. Eu o amo mesmo odiando cada vez que penso nele e me odiando sempre que imagino um presente diferente para nós. Amo, errado ou certo, doente ou bom, ontem e hoje… E mesmo que no final não haja um e viveram juntos felizes para sempre, espero que tenha ao menos um e viveram.
Whatever…

Whatever…


Não faz nada, sabe? É, me deixa aqui quietinha, deixa que as vezes é até bom se sentir sozinha. Continua ai no seu mundinho e deixa que vou construindo o meu, sem ajudas, tenho que me reerguer por mim mesma. Mas fica a postos, caso eu precise de ajuda, sabe? Gritarei, prometo. E se precisar, grita daí também, não prometo que voltarei porém farei o impossível pra te ver bem de novo. Só nos dá um tempo, um tempo pra sermos nós mesmos e viver, tínhamos esquecido como é essa sensação de liberdade. Confessa! Confessa que fica bem sem mim também e que o fim de um nós não é o fim do mundo, eu também pensava assim… Pois é, nos enganamos. Somos um complemento um para o outro e não a vida toda, você tem seus gostos e preconceitos enquanto eu tentava aceitar tudo e não é bem assim. Me moldei demais e preciso reencontrar minha essência. Desculpa, não tô fugindo, só tô indo e quem sabe a gente não se esbarre por aí.
Eu mudei cara, eu sei e sinto que mudei!

Eu mudei cara, eu sei e sinto que mudei!

 Lembra que até pra ir na padaria eu me arrumava toda? Que minha prioridade era o cargo mais alto do meu emprego e que amar sempre era a segunda opção? Ah, lembra também quando você disse odiar o meu namoradinho da vez e eu terminei com ele só porque “ah, meu melhor amigo não vai com a sua cara”. Eu nunca me preocupei com o porquê de você não gostar dele, só queria arrumar uma desculpa e olha que você deu a desculpa perfeita. Nunca tinha escrito sobre você, nunca tinha me interessado em descrever o que eu sentia por você. Por qual motivo eu escrevia se você só me enxergava como uma irmã? Só que eu via além, eu via o meu príncipe encantado. E até na hora de brincar de boneca o nome do meu marido era o seu e isso é estupidamente fofo, como também é retardado porque eu brinquei de boneca até os 14 anos. (Tá, pode rir.) 

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Talvez…

Talvez…

Talvez a solução seja te deixar ir. Talvez o melhor seja seguir em frente sem nem olhar para trás. Talvez a vida nos surpreenda e nos mostre que somos forte sozinho. Talvez eu tenha uma recaída, pela milésima vez e volte correndo à seus braços mas talvez ao voltar posso encontrar teus braços envolvidos em outro alguém então talvez eu repense bem antes de ir correndo e fique… Com medo, com orgulho, com a vontade enorme de te fazer feliz mas com a certeza que vou voltar a me machucar. Talvez essa situação nos mostre um outro lado do amor, um lado onde o amor não é tudo e que há fatores como um convívio difícil que dispersam esse amor. Mas, espera aí… Nossa convivência era a melhor de todas. Então, agora relembrando os bons momentos e pesando o quanto eu me sentia bem e que uma vida do seu lado sempre foi tudo o que eu quis… Talvez eu encontre outra solução, talvez eu possa engolir um pouco o ciúme e o orgulho e te prender a mim. Talvez eu ainda possa dizer que te amo, porque com certeza eu sinto o amor comigo.