As incontáveis tentativas de ir.

As incontáveis tentativas de ir.

Em primeiro lugar, você deveria ler o texto ouvindo essa maravilhosa música: 

large (8)Acho que gosto de sentir dor, porque nada mais explica o fato de eu sentir a sua falta ao ponto de te procurar novamente mesmo que em relutância comigo mesma. Penso repetidas vezes no que você me disse aquele dia, com a sua voz ainda rouca depois de tanto gritar para mim, colocando o peso do mundo e da quebra de suas expectativas em meus ombros, como se eu fosse culpada pela imagem que criou de mim; como se eu fosse culpada por você ter se apaixonado por alguém que não era eu. “Você não é apenas insensível, como também desprezível, é uma pena que eu tenha notado tarde demais”, o que eu tinha feito àquele rapaz de tão ruim?

Não peguei em sua mão e o conduzi para a confusão que ele mesmo criou com a sua projeção de uma eu perfeita. E como naquela noite, quando você me ligou inúmeras vezes porquê não conseguia dormir e precisava reafirmar o seu ódio por mim – chegando a deixar a caixa postal cheia de mensagens -, e eu te atendi uma única vez, só pra te dizer que eu sempre fui uma bagunça e deixei claro as tantas vezes que você insistia em me colocar num pedestal ou agarrava-se à ideia que um dia eu iria mudar ‘como a água assim que se joga uma pedra, ela fica agitada mas uma hora ou outra se acalma’. [+]

Texto completo aqui: Sua Julieta Capuleto – As Incontáveis tentativas de ir.

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